Depois que entramos na sala, ele me mostrou o oratório, ele ficava no quarto de sua mãe e nesse semana que eu fui ver ele estava na sala, mas não fiz pergunta alguma quando o vi e a noite ele estava me mostrando o que era, eu estava ouvindo com muita atenção sabia que era uma coisa muito importante; eu achava que era tudo a mesma coisa porque quando eu era pequeno minha vó tinha um buda gordo e careca que elea sempre colocava arroz, meu pai não gostava e dizia a mim que aquilo não prestava nunca respeitei aquela imagem do buda gordo e careca, bem por coincidência eu gostava de gordo e careca, acho que foi por ter feito travessuras a ele ou não apenas meu destino mesmo. Ele me falou do gohoson, objeto de devoção que aumentava nossos poderes interior e ajuda aumentar nossa iluminação e tinhamos que recitar daimoku que era nada mais que Nam-myoho-rengue-kyo, e aqueles que recitarem isso seria capaz de transformar sua vida em alegria absoluta. Ele já sabia ler meu rosto, eu nem acreditava naquilo e achava uma bobeira, mas ele disse:
- Sei que você não acredita, mas se você recitar por uma semana sem falta e pedir para ser feliz, as pessoas a sua volta irão dizer o que brilho é esse em seu olhos.
- Está falando sério amor?
- Se isso não acontecer eu devolvo meu gohozon e para de praticar!
Fiquei espantado com ele disse e digo que não irei dúvidar dele, pergunto se recitando isso poderiamos até morar juntos?
- Ele disse se esse é meu desejo, isso iria acontecer.
Ele pega meu caderno de taquigrafia e escrevi nas costa do caderno em forma de aspiral Nam-myoho-rehgue-kyo, e me ensinou a ler o sutra de lotus de manhã e a noite. Ele me ensinou a fazer, foi dificil de dizer tudo aquilo em japones, mas tinha som maravilhoso e dava uma paz boa e via uma luz dourada e branca saindo do pergaminha chamado gohozon. Depois que acabamos disse a ele se dava para irmos na minha folga comprar meu computador novo, já que o que tinha comprado veio com defeito e peguei o dinheirode volta. Ele concordou, mas sugeriu para irmos na santa efigênia comprar um e montar em casa que sai mais barato.
Dexei isso combinado com ele, mas sabia que já era hora de ir pra casa e enfretar a realidade de minha vida com minha familia Honório.
Chego em casa com um bs, sutra e o Nam-myoho-rengue-kyo, prontos para se devorado estava com receio de arrumar encrenca com meus pais e deixei guardados na minha mochila, só disse que a aula foi boa e que me ajudaria muito no trampo. Não consigo esconder minha feliciade e sabia que tudo é era uma questão de tempo para mudar minha vida de vez. Não aguentava mais ouvir meu pai me dizendo que na minha idade ele era isso aquilo, blá, blá... e depois que ele disse que dependia dele até pra limpar a bundo jurei provar que ele estava enganado sobre minha pessoa, que logo teria minha casa e estaria casado com grande amor de minha vida!
Flashback: Quando estava na segunda seria e tinha apenas 8 anos, minha professora Marisa estava dando aula de português, e eu detestava essa matéria e queria socar o filho de uma puta que inventou aquelas regras chatas que não entrava na minha cabeça. Daí disse em voz alta:
- Não sei quem enventou essa matéria chata e tem gente que goste dessa coisa!
Minha professora Marisa estava de costa para mim e deu pra ver ela respirando fundo, mas se ela estivesse de frente daria para ver sua raiva em seus olhos, ela nem se virou pra mim e disse:
- Júlio, é uma matéria muito importante e que eu gosto de dar aula dela.
Mas o burro aqui completou:
- Não sei como alguém consegue casar com uma professora de português.
* Braga de profª pega e feio.
- Um dia você irá casar com uma professora de português.
Para não ficar para trás disse:
- Eu nunca irei casar! ainda mais com uma professora de português.
Eu não sabia o que me aguardava no futuro auauau.
Pois bem, estava eu perdidamante abaixonado pelo Canova e ele é professor de português.
Será que julinho irá amar tanto assim o Canova e suportar a lingua portuguesa?
Então não perca as próximas edições de Minha vida contada por mim mesmo!
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