Depois de almoçarmos vendo tv acabo, percebi a hirarquia a mesa, cada tinha seu lugar e eu tive meu canto ao lado do mozão já que ele sentava na ponta da mesa como o chefe da casa pelo jeito o pai dele deveria dado isso a ele já que era o caçula e único homem da casa além de seu pai. Quando se é novo em lugar novo você automaticamente é pré-testado e tem várias coisas a serem analisada para ganhar a confiança dos habitantes do local e eu meu amigo não fui diferente ali, ainda mais com uma familia com tradições e valores humanos a flor da pele.
Fui lavar a louça em gratidão ao hospitalidade da familia Canova feito a mim, mesmo namorando com o mozão. Enquanto eu lavava a louça eles foram para sala e ficaram vendo tv e falando sobre mim, era o pouco que eu sentia porque quando falavam de mim o tom de voz dinuia tradiscamente. Depois que eu acabei o du tinha que ir embora para o serviço e mozão me chamou para dormir juntos:
- Júlio, vamos dormir, estou com sono.
- Não tenho o costume de dormir do almoço!
- Vai ser bom para você descançar.
- Tudo bem eu vou então, já que você insiste.
Então fomos dormir juntos e mozão já iria passar as cordenadas como funciona o seu jeito de dormir e tudo mais e então ele disse:
- Eu durmo rápido demais e não vem me acordar achando que é brincadeira, porque acordo puto d raiva. Entendeu?
- Se você diz não sou eu que irei contradizer você.
Ele dorme num piscar de olhos, confesso que fiquei com vontade de acordar ele só pra ver se era vredade, mas como ele já tinha me avisado, prferi não acordar o leão. Eu abraço ele só pra sentir seu barrigão colado ao meu absomem e me encaixo em seu torax, automáticamente ele passa sua perna esquerda por cima de mim e me junta ao seu torax como se segura-se um ursinho de pelúcia e sinto uma felicidade, já que a única coisa que vejo é os pelos do seu torax e me ajeito para ter uma brecha para poder respirar tranquilamente... apago em 5 minutos depois de sentir seu coração batendo junto ao meu.
Acordamos era 14h na hora de ele tomar seu remédio, ele abre os olhos e eu digo:
- Te amo amor!
Ele fica feliz em ouvir isso tão derrepende de mim e diz:
- Te amo mais que tudo, Júlio.
Ele senta na cama e dou sua bolsa de remédios e sua garrafa de água, depois dele tomar seus remédios ficamos deitados olhando um para outro apenas fazendo carinho um ao outro por um tempo que confesso que parecia uma vida toda, tomo iniciativa e o beijo amorosamente a ele e faço carinho em sua careca. Depois de um longo beijo fico olhando para ele querendo dizer uma coisa que está preso em meu peito e nem sei como dizer, e ele diz:
- Aconteceu alguma coisa amor.
- Preciso arranjar um lugar para morar, e estou pensando em morar em santo andré, adoro esse lugar!
- Vem mora comigo?
Fico surpreso pelo convite e apenas em 10 dias de namoro ele falar isso.
- Tem certeza, amor?
- Nunca tive tanta certeza depois dessa tarde.
- Vou ver isso com calma tudo bem?
- Tudo bem.
Foi assim que recebi o convite para morar junto dele, fiquei feliz pelo convite e fiquei doido para morar com ele, mas sabia que tinha que fazer algo que não podia ficar de fora, precisava comunicar meus pais sobre isso e seria uma barra em fazer isso.
Falo pro mozão o que estava acontecendo comigo na segunda parte do estudo a noite, ele apenas ouvi e coloca na mesa um jornal chamado Brasil seikyo, nunca tinha visto um jornal daqueles, mesmo fazendo pouco tempo que lia jornal por causa do serviço, vejo que coisas do japão por ter vários japones em fotos com negros e todas etinias do mundo e claro que aqui no brasil tinha todo tipo de gente. Ele sai para ir ao banheiro e uma matéria me chamou atenção de uma moça que tinha problemas familiares com os pais e por os pais não apoiar ser namoro, ela recitou Nam-myoho-rengue-kyo. Bem nunca ouvi essa frase em minha vida, mas vi que ela era uma palavra poderosa e via na fota a felicidade da moça que disse que recitava isso por várias horas e que seu mestre (sensei) Daisaku Ikeda mostrou a ela a felicidade absoluta. Juro que ao ler isso comoço a me emocionar e a chorar, fiquei pensando como ler aquilo estava chorando e entendendo o que ela estava passando. Mozão me observava na sala e se sentou ao meu lado e disse:
- Comovente né?
Depois de enxugar as lágrimas apenas confirmo e digo:
- Eu estou passando algo parecido, mas eu sou gay e como meus pais irão entender tudo isso?
- Ele disse eu sei como!
Fiz uma care de interrogação tipo como ele pode saber a resolver isso e então digo como?
- Eu sou Budista da Soka Gakkai Internacional, aqui BSGI !
Eu faço a maior cara feia tipo mais um fanático por religião louca que terei de abrir mão de tudo para seguir algo que só terei depois de morrer e ainda se eu for bom em tudo e fazer tudo certinho para ir pro céu. Ele leio meus pensamento e disse:
- Amor, minha religião é diferente e você não precisa fazer auto-sacrificio e deixar de ser você!
Fico encucado com ele disse a mim e digo:
- Cara sou Grunge e gay, acha que eles irão me aceitar do jeito que sou?
- Vão porque pratico desde meus 14 anos e nunca mudei meu jeito por isso.
Fico surpreso em saber disso e dou a oportunidade de ele me explicar mais sobre essa filosofia de vida. Entramos na sala e a conversa começou...
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