Antiga 74, nº 41 - São Paulo.
Esse é o endereço onde me mudei em outubro de 2004. Nem imaginava que existia esse endereço e foi uma chegada tumultuada pelo fato que fazia pouco tempo que tinha saído da casa de meus pais; ido morar no Curuça na casa da mãe do Canova e seis meses depois estava eu indo morar na antiga 74, 41. Uma casa de um grande terreno divido em duas casas; a do lado direito habitável e a outra apenas com um quarto, lavanderia e garagem pronta para habitação.
[...] Depois da chegada e dado uma organizada na casa notei que sua construção não era de padrões normal de uma casa e fazia ter um pouco de nostalgia da casa de minha avó. Enfim, era tudo estranho como interruptores em locais nada fácil para quem chegasse a noite e precisasse acender a luz; caixa de água em locais desapropriado para caso precisar desligar água ou trocar um cano. (Isso iria descobrir anos depois com o Scott)
No banheiro tinha caixa de água apenas para a descarga e o pia de lavar as mãos e o chuveiro água da rua; caso acabasse a água da rua banho sem possibilidades enquanto ela não voltasse.
[...] Anos passaram desde que cheguei na casa maluca isso era desde os moradores e estrutura da casa como já venho mencionando; depois de sobrar apenas eu na casa e o meu adorável labrador amarelo o scott ter me deixado e seguido sua plano espiritual como: batyan, dulcir, campos e canova. Sobrou apenas: domencia, kazan, torá e eu; O Flávio vem a cada seis meses passar as férias comigo. Enfim, no momento não é dele que irei descrever aqui.
[...] terça-feira 16/04/2013 - Depois de um dia de prova e edição de apostila para o método Braille e conversado com o Mor pelo celular por uns minutos e cumprindo minhas 10h de trabalho retorno para casa.
Meu retorno foi tranquilo e rápido por não esperar muito os coletivos. Chegando em casa me deparo com uma situação embaraçada onde minha sala esta minando água e pela quantidade parecia que tinha chovido equivalente por 3h pesado para tal alagamento. Fiquei nervoso e liguei pro Mor e contei o que estava acontecendo e tentando imaginar o que tinha provocado isso. Pensamos que foi por causa da chuva no sábado; logo depois descartamos isso por ser muita água para pouca chuva. Disse ao Mor que não iria para universidade mesmo tendo uma avaliação dizendo que isso era caso que não poderia perder tempo e iria esperar amanhecer pra descobrir o motivo de tanta água.
[...] Amanheceu e nem parecia que tinha dormido e estava preocupado como iria resolver tal problema. Mor estava preocupado e me mandou torpedos querendo saber como andava a coisa toda e respondia como iria solucionar isso. Pois bem, o primeiro passo era tirar as telhas sem quebrá-las que foi uma tentativa frustante e sem sucesso. Quando tirei as telha vi a quantidade de água e fiquei chocado com aguaceira e de quebra ouvia um gotejar ao fundo. Liguei pro mor e disse como estava a situação e ele ficou abismado com o que contei a ele. Mor sugeriu que eu tentasse falar com meus pais, com o pedrinho ou outro pedreiro pra me ajudar nesse enrosco. Ao desligar o celular foi o que fiz mas sem sucesso e meu pais só poderia vir depois do almoço que seria por volta das 16h.
Não pensei duas vezes e comecei a colocar a mão na massa e quando era por volta das 12h cansado e sem muito progresso o seu otávio um pedreiro que ajudou a construir a casa veio ao meu socorro e mostrei a situação que encontrava-me e logo de cara fomos tirar a água da laje da sala. Ele pediu para comprar mais quatro telhas para substituir as que eu quebrei e ver se não iria acontecer de novo já que antes de eu quebrar elas tinha uma telha rachada. Para mim isso não justificava a quantidade de água e quando o sr. Otávio foi almoçar, eu fiquei encarregado de tirar o resto da água que ele já tinha tirado com a mangueira, decidi entrar secar toda a laje e ver se tinha algum cano furado! Batata achei um cano que vinha da caixa de água do banheiro e incrivelmente era desse cano que estava minando a água. xinguei, xinguei até não poder mais. Depois desse surto de raiva avisei o Mor telefone e fui no depósito comprar material para fechar o cano.
[...] Depois de ter comprado o material e aguardando e retorno do sr. Otávio que já eram 13:30 estava vendo uma maneira prudente em acabar com o problema. Porém, veio uma sinapse e lembrei que foi o sr. Otávio que tinha instalado a caixa junto com o sr. Mário o ex-proprietário da casa. Quando o sr. Otávio chegou disse o motivo do problema e logo ele ficou sem graça e disse que o pedreiro deve ter esquecido; óbvio que foi uma puta cagada, mas a casa toda era tipo as telhas da casa não cai na calha e sim na laje GENIUS. Tive que ir novamente no depósito e comprar uma boia e cano para mudar o cano atual de posição. O duro que isso seria feito apenas no dia seguinte.
[...] No dia seguinte seu sr. Otávio veio logo cedo e arrumamos a caixa de água e problema resolvido.
Na casa quando mencionei maluca é assim:
No banheiro de dentro da casa do lado do chuveiro tem uma porta. (GENIUS; mal sabe que água + madeira = game over)
Banheiro de fora o disjuntor é fora do quadro de luz e quem for trocar o chuveiro toma um puta de um chocão só pra ficar esperto.
As caixa de água, sim, são duas apenas uma pequena para descarga e pia; a outra apenas pro chuveiro.
Na cozinha a torneira que usa água da caixa de água é fora de casa em cima da garagem. (GENIUS)
Por aí vai...
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